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Em Letras Pequeninas

Podem tirar a rapariga da farmácia, mas não podem tirar a farmácia da rapariga. Salvo seja…

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Podem tirar a rapariga da farmácia, mas não podem tirar a farmácia da rapariga. Salvo seja…

03 de Maio, 2021

Não, obrigada

Inês Reis

A maternidade é maravilhosa; para quem a deseja. Já eu não quero ter filhos e não acho que isso me torne menos mulher.

Também sei que não sou a única - que até somos um grupo numeroso – mas que o estigma ainda é demasiado pesado para o admitir-mos em público.

As razões serão muitas e variadas e só a nós importam, mas o sentimento de culpa é sempre o mesmo; será que é, de facto, egoísta não ter filhos? Não tanto como tê-los quando não se está preparado para tal, diria eu.

E apesar de se me partir o coração por todos aqueles que passam anos a perseguir o sonho da parentalidade, a verdade é que nem todos o partilhamos, e a pressão social para seguir o mesmo padrão de namoro-casamento-filhos, muitas vezes, apenas aumenta a probabilidade de infelicidade-separação-divórcio.

No fim de contas, que sejamos felizes; cada um à sua maneira.

3 comentários

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    Danny the Fox

    05.05.21

    Que comentário tão idiota... e tão tipicamente anónimo.

    Desculpa, Inês, por meter foice em ceara alheia... às vezes não consigo resistir ao mau feitio. Deve ser por isso que me chamam bicho do mato.

    A maternidade/paternidade é uma escolha pessoal, não uma obrigação social. Absolutamente NINGUÉM tem o direito de (tentar) interferir nisso.
  • Imagem de perfil

    Inês Reis

    05.05.21

    Percebo perfeitamente. Às vezes, não dá para ignorar. E obrigada! É isso, ser pai ou mãe nunca deveria ser sentido como uma obrigação.
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