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Em Letras Pequeninas

Podem tirar a rapariga da farmácia, mas não podem tirar a farmácia da rapariga. Salvo seja…

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Podem tirar a rapariga da farmácia, mas não podem tirar a farmácia da rapariga. Salvo seja…

01 de Julho, 2024

Construção de Equipas

Inês R.

Recentemente, participei numa atividade de team building patrocinada pela entidade patronal e, para além de ter acordado na manhã seguinte com o conhecimento exato da localização de certos músculos que não sabia existir, fiquei muito bem impressionada com toda a organização.

Fez-se uma espécie de jogos sem fronteiras em equipa e uma descida pelo rio em canoa, que eu temi desde o dia em que foi anunciada. Mas fica, desde já, o reparo de que o receio não era fundamentado. Adorei o raio da canoagem!

Foi, então, que decidi pesquisar a eficácia deste tipo de atividades.

Pois, que, em geral, o team building é visto como um penso rápido numa perna partida. Se há vantagens em proporcionar um ambiente positivo aos colaboradores durante umas horas, também parece ser verdade que muitas pessoas se sentem obrigadas a participar (apenas uma pequena percentagem deveras se diverte) e os laços formados raramente se refletem nos resultados da empresa.

Uma saída em conjunto, fora do horário laboral, não substitui a necssidade de fomentar colaborações entre trabalhadores e departamentos, não resolve miraculosamente conflitos existentes, nem torna as chefias mais eficientes.

Agora, se numa empresa onde trabalha um grande número de pessoas - como é o caso daquela onde trabalho - houver a possibilidade de conhecer melhor colegas que só vejo de passagem, eu diria que estas "brincadeiras" terão, no fim de contas, o seu valor.

E o segredo estará em saber escolher as atividades que mais poderão beneficiar uma determinada área de trabalho. Um piquenique, por exemplo, apesar de agradável, dificilmente terá grande impacto no sentimento de equipa entre a Financeira e o Design.

Fontes: Forbes, Harvard Business Review, Linkdin

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